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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Pequenas ideias cotidianas

Ela: É tão bom quando você é correspondida. E não precisa ficar dando patada na pessoa só pra ela não perceber que o que você queria, na verdade, era estar por perto o tempo todo, sabe?

Ele: Eu te entendo, mas isso te faz feliz?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Pequenas ideias cotidianas

A regra é não ter regras.
O plano é não ter planos.
A Sandy é o paradigma musical brasileiro da década de 90.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Silêncio

Por Ju Zonatto - Link pro Blog da Ju

Quando eu tinha os meus 15 anos, eu detestava o silêncio, pra mim era incômodo calar meus instintos. Os anos se passaram, as pessoas calaram até os ouvidos e agora noto que acabei me tornando uma daquelas pessoas silenciosas.
Ás vezes eu procuro nos meus cadernos velhos sobras de tudo que eu queria ter dito, vejo páginas arrancadas e me lembro das coisas que eu disse e ninguém ouviu, e a medida que eu fui trocando, vejo que o silêncio foi ficando mais intenso, e as páginas em branco passaram a ser mais recorrentes.

O silêncio, o maldito silêncio que eu odiava nas pessoas, que me fazia achar que elas eram vazias porque não gritavam pro mundo a porra da insatisfação que elas sentiam, que me fazia achar que elas eram frias porque quem em sã consciência iria ver o amor fugindo e não lutaria, essas pessoas que eram silenciosas demais, esse silêncio que acabou tomando conta de mim e me faz esconder das pessoas o tamanho de tudo que tem dentro de mim, e eu tenho vontade de falar tanta coisa, mas é assim que é, dolorido e solitário ser gente.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Pequenas ideias cotidianas

Eu acho que ao longo de um dia falamos muitas coisas que não precisam ser lembradas e pensamos muitas outras que merecem ser gravadas. Tenho a impressão de que o banal pode ser dito e o essencial deve ser mantido para si. Um acordo não verbal, um tabu, algo meio tácito.
Acho que o Twitter é reflexo disso. Inúmeras informações, de 140 em 140 caracteres, lançadas por minuto. Raras merecem espaço na nossa memória. É um lugar para o banal, assim como o cotidiano.